Women’s Rights are Human Rights

Anglo-Iranian community

And HUMAN RIGHTS ARE WOMEN RIGHTS, quote Hillary Clinton.

“If there is one message that echoes forth from this conference, let it be that human rights are women’s rights and women’s rights are human rights, once and for all,” declared Hillary Clinton, as First Lady to the United Nations Fourth World Conference on Women in Beijing, in September 1995.
And so it is.

Since the founding of the United Nations, equality between men and women has been among the most fundamental guarantees of Human Rights. Adopted in 1945, the United Nations Charter sets out as one of its goals “to reaffirm faith in fundamental human rights, in the dignity and worth of the human person and the equal rights of men and women. Furthermore, Article 1 of the Charter stipulates that one of the purposes of the United Nations is to promote respect for human rights and fundamental freedoms “without distinction as to race, sex, language or religion”.

In 1948, the Universal Declaration of Human Rights was adopted. The Declaration was eventually adopted using the terms “all human beings” and “everyone” to leave no doubt that the Universal Declaration was intended for everyone, men and women alike.

2017 Presidential Election – Women wait to ballot

All of the above to remember, and to question “How is it possible?”, that the United Nations have elected Iran to a 4-year term on its Commission on the Status of Women, the “principal global intergovernmental body exclusively dedicated to the promotion of gender equality and the empowerment of women.”

Ali Kamenei, Supreme Lider of Iran

Iran has a horrific record on Women’s Rights persecuting women in law and practice.
This is outrageous, disgusting, and immoral, to say the least.
“Iran’s fundamentalist mullahs force women to cover their hair, with many arrested and attacked daily under the misogynistic hijab law. They require a woman to receive permission from her father to get married. The legal age for a girl to marry in Iran is 13—with even younger girls allowed to marry with paternal and judicial consent.”
“Ayatollah Khamenei’s regime imprisons courageous women’s rights activists, such as Nasrin Sotudeh, Mojgan Keshavarz, Yasaman Aryani, and Monireh Arabshahi, for the crime of peacefully demanding their human dignity.” in UN Watch.

Iran women supporters of the radical religious regimen

That is why we bring you this matter because we do not see it, read about it, or even heard discuss it in the mainstream. More importantly, nobody with very few exceptions like the UN Watch, asks the UN to prevent or disqualify or dismiss Iran and others like it, to be in this Commission. Instead, to do everything to defend seriously and truthfully Women’s Rights.

End of male violence against women propest
Iranian Women’s Rights Struggle

We, Portuguese Women, like all others in the world, we are sure, stand by Iranian Women, undoubtfully.
We, Portuguese Women, ask UN Secretary-General, who happens to be Portuguese, to do his job, that is to do everything he possibly can, to kick out Iran: – Mr. António Guterres, dismiss Iran of the Commission, right now.

2021 Women’s Day (Remenber, Mr. SG?)

Se há uma mensagem que ecoa nesta conferência,que seja os direitos humanos são direitos das mulheres e os direitos das mulheres são direitos humanos, de uma vez por todas”, declarou Hillary Clinton, como Primeira-Dama dos Estados Unidos, na Quarta Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Mulheres em Pequim, em Setembro de 1995.

E assim é.

Desde a fundação das Nações Unidas, a igualdade entre homens e mulheres está entre as garantias mais fundamentais dos Direitos Humanos. Adoptada em 1945, a Carta das Nações Unidas tem como um de seus objectivos “reafirmar a fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos entre homens e mulheres”. Além disso, o artigo 1 da Carta estipula que um dos propósitos das Nações Unidas é promover o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais “sem distinção de raça, sexo, língua ou religião”.

Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adoptada, finalmente e usando os termos “todos os seres humanos” e “todos” para não deixar dúvidas de que a Declaração Universal se destinava a todos, homens e mulheres.

Os parágrafos acima servem para lembrar e sobretudo questionar “Como é possível?”, que as Nações Unidas tenham elegido o Irão, para um mandato de 4 anos na Comissão sobre o Estatuto da Mulher, o “principal órgão intergovernamental global dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de género e ao empoderamento das mulheres.”

O Irão tem um histórico horrível sobre os Direitos das Mulheres, perseguindo mulheres na lei e na prática.

Isto é ultrajante, nojento e imoral, para dizer o mínimo.

Os aiatolas fundamentalistas do Irão forçam as mulheres a cobrir os cabelos, e muitas são presas e atacadas diariamente sob a lei misógina do “hijab”. Eles exigem que a mulher receba permissão de seu pai para se casar. A idade legal para uma menina se casar no Irão é 13 anos – até mesmo as meninas mais novas podem se casar com consentimento paterno e judicial.”

“O regime do aiatola Khamenei aprisiona corajosas activistas dos direitos das mulheres, como Nasrin Sotudeh, Mojgan Keshavarz, Yasaman Aryani e Monireh Arabshahi, pelo crime de exigir pacificamente a sua dignidade humana.”, in #UNWatch.

É por isso que trazemos este assunto, porque não o vemos, não lemos sobre ele, ou mesmo ouvimos falar dele, no mainstream. Mais importante ainda, ninguém, com pouquíssimas excepções como o UN Watch, pede à ONU que previna ou desqualifique ou demita o Irão e outros como ele, para estar nesta Comissão. Em vez disso, a ONU deve fazer tudo para defender com seriedade e verdade os Direitos da Mulher.

Nós, Mulheres Portuguesas, como todas as outras no mundo, temos a certeza, apoiamos as Mulheres Iranianas, sem dúvida.

Nós, Mulheres Portuguesas, pedimos ao Secretário-Geral da ONU, que por acaso é português, que faça o seu trabalho e o faça bem: – Sr. António Guterres, demita o Irão da Comissão, agora mesmo.

Credits in:
unwatch.org
ncr-iran.org
theiwi.org
ti.me

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