Let’s Move! Whoever we are…

WHEREVER WE GO.

Moving nowadays is so easy and simple! Whether locally, nationally, or internationally we simply must choose the best mover for us. No matter if the planning is a private move, receiving a lump-sum relocation allowance from the employer, represent vendor relations at a corporate mobility department, or other. Most of the movers or removals companies’ solutions are multiple, with quality, care, “saving-smarts” and environmental sustainability.

Are things very different, let we say at the beginning of the last century?

Carroça de Mudanças, 1907, Joshua Benoliel, in a.f. AML

Absolutely! However, from the worker’s perspective, meaning the ones who continue to carry on their shoulders the movables and the household belongings, not so… Thank you all, for taking care of our belongings.

Here is an insight of back then, in Lisbon:

“When the flowers adorned the gardens and the breezes softened the air, Lisbon’s tenants went out to, with their noses raised and their eyes covered by the palms of their hands, snoop around the houses for rent; when the beautiful “Alfacinha” Autumn sunsets were ennobled with the pale tones of the setting sun, Lisbon’s tenants again came to the streets to inquire about new “poisos” (…)

Largo do Chiado, Joshua Benoliel, in AML

The removals were made within weeks, in hand-barrows, or carts, taken by the freight boys “moços de fretes”, the Galicians, as they were known. They disarmed the furniture in each house and accommodated it in the stretchers, tied with good ropes. After everything perched, two or four men, depending on the volume and weight, at a certain pace, cadenced, but alternated, they went with the furnishings to the new residence, where they rearmed everything very carefully, in what they were masters. Only when something broke, then there was justification: – “Tenha paxiêrixia, acontexe…”, meaning “please, be patient, it happens”.

“The people of Lisbon at the time made frequent changes because there were many houses for rent! It was common to see written papers on the windows, a sign that the houses were vacant, and the “Alfacinhas”, especially the ladies, loved to change home. Good times!”

In Portugal, one of the eldest companies in this business is “Galamas, Lda”, a familiar firm, since the distant ’30s of the 20th century.

“In 1934, in Rua da Vitória in Lisbon, Alberto Augusto Esteves started to work in “Galamas”. Soon afterward it would become a benchmark in the national and international market until today. (…) By land, air or sea, the company guarantees the safety and competence of the goods packing, transportation, and warehousing services.”

Vamos Mudar de Casa! Quem quer que sejamos, para onde quer que vamos.

Mudar hoje em dia é tão fácil e simples! Seja local, nacional ou internacionalmente, apenas devemos escolher a melhor empresa de mudanças para nós. Não importa se é uma mudança pessoal, profissional, por motivo de mobilidade corporativa, ou outra. A maioria das soluções das empresas de mudança são múltiplas, com qualidade, cuidado, “economia inteligente” e sustentabilidade ambiental.

As coisas seriam muito diferentes, digamos no início do século passado?

Moços de fretes, 1908, Joshua Benoliel, in a.f. AML

Claro que sim! Porém, do ponto de vista do trabalhador, ou seja, aquele que continua carregando nos ombros os bens móveis e os pertences da casa, não é bem assim… Obrigada a todos, por cuidarem tão bem dos nossos pertences.

“Atlas” website

Eis uma visão dessa época, em Lisboa:

“Quando as flores enfeitavam os jardins e as brisas suavizavam o ar, os inquilinos lisboetas saíam para, de nariz levantado e os olhos encobertos pelas palmas das mãos, bisbilhotarem as casas para alugar;

Quando os lindos entardeceres alfacinhas de Outono se enobreciam com os tons pálidos do sol poente, novamente os inquilinos lisboetas vinham para as ruas inquirir de novos poisos (…).”

“As mudanças faziam-se dentro de semanas, em padiolas, carroças ou galeras, levadas pelos moços de fretes, os galegos, como eram conhecidos. Estes desarmavam em casa os móveis e acomodavam-nos nas padiolas, amarrados com boas cordas. Depois de tudo empoleirado, dois ou quatro homens, consoante o volume e o peso, a passo certo, cadenciado, mas alternado, seguiam com a tralha para a nova residência onde rearmavam tudo com muito cuidado, no que eram mestres. Só que quando algo se partia, logo tinha justificação: — “Tenha paxiêrixia, acontexe!…”

Calçada do Carmo, entre 1908 e 1914, Charles Chusseau-Flaviens, in George Eastman House

“Os lisboetas na época faziam mudanças com frequência, porque havia casas para alugar! Era vulgar ver-se escritos nas janelas, sinal de que as casas estavam devolutas, e os alfacinhas, sobretudo as senhoras, adoravam mudar de domicílio. Bons tempos!”

Arquivo de “Galamas”

Em Portugal, uma das empresas mais antigas neste ramo é a “Galamas, Lda”, uma empresa familiar, desde os longínquos anos 30 do século XX.

“Em 1934, na Rua da Vitória em Lisboa, Alberto Augusto Esteves começou a trabalhar na Galamas. Logo depois se tornaria referência no mercado nacional e internacional até hoje. (…) Por via terrestre, aérea ou marítima, a empresa garante a segurança e competência dos serviços de embalagem, transporte e armazenamento de mercadorias.”

Boa Mudança! 🙂

Credits in:

www.paixaoporlisboa.blogs.sapo.pt

www.lisboadeantigamente.blogspot.com

www.galamas.pt

dreamstime.com

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